Manoel Dias e Izabel Antunes casaram-se em Benquerenças (Castelo Branco) em 9 de Abril de 1882.
- Assento de Casamento:
“Aos quatorze dias do mes d’outubro do anno de mil oitocentos e noventa e quatro, nesta Parochial Egreja de Nossa Senhora das Preces de Benquerenças, concelho de Castello Branco, diocese de Portalegre, na minha presença compareceram os nubentes Manoel Dias e Isabel Antunes os quaes sei serem os próprios, prestando neste acto o pae da nubente o seu consentimento com todos os papéis do estylo correntes e sem impedimento algum canónico ou civil para o casamento: elle de vinte e sete annos de idade, soleiro, creado de servir natural da freguesia do Retaxo, onde é morador e baptizado na dos Cebolais de Cima ambas d’este concelho e diocese, filho legítimo de Domingos Dias natural do Retaxo e Anna Martins natural d’esta freguesia de Benquerenças; e ella de vinte annos de idade, solteira, de ocupação doméstica natural d’esta freguesia n’ella baptizada e moradora no povo dos Machiaes, filha legitima de António Thomé e de Maria Antunes, também naturaes d’esta freguesia; os quaes nubentes se receberam por marido e mulher e os uni em matrimónio procedendo em todo este acto conforme o rito da Santa Madre Egreja Catholica Apostolica Romana. Foram testemunhas presentes que sei serem os próprios Manuel Bello, casado, proprietário, morador na freguesia do Retaxo, d’este concelho e diocese, e Agostinho Jorge, casado, cantoneiro, morador n’esta freguesia. E para constar lavrei em duplicado este assento, que depois de lido e conferido perante os cônjuges, testemunhas e o pae da cônjuge, comigo o não assignaram por não saberem escrever, assignando-o a rogo do pae da cônjuge João Pereira, casado, morador n’esta freguesia. Era ut supra”
Manoel Dias (GN6X-8LL)
Nascimento: 19/04/1867 (Retaxo, Castelo Branco)
Filho de: Domingos Dias e Anna Martins
Batizado: 20/04/1867 (Cebolais de Cima, Castelo Branco)
Padrinhos: Manoel (ilegível) e Maria Duque
Morte: 13/05/1938 - 71anos (Benquerenças, Castelo Branco)
Profissão: Creado de servir / Jornaleiro
- Assento de Batismo:
“Aos vinte e oito dias do mez de Abril do anno de mil oito centos sessenta e sete, nesta Igreja Parochial de Nossa Senhora dos Prazeres de Cebolais de Cima, concelho e diocese de Castello Branco, eu o presbytero Domingos Lourenço Ayres, Cura da mesma freguesia baptizei solenemente um individuo do sexo masculino a quem dei o nome de Manoel que nasceu nesta freguesia pelas nove horas da noite do dia dezanove do sobredito mez e anno, filho legitimo e primeiro deste nome de Domingos Dias, jornaleiro, natural do Retaxo e de Anna Martins natural de Benquerenças, recebidos n’esta freguesia, parochianos d’esta freguesia e moradores no Retaxo, na rua da Eira. Neto paterno de Manoel Dias e de Maria Ritta e materno de Manoel Martins e de Maria Vilela. Foi padrinho Manoel (...), solteiro, jornaleiro e madrinha Maria Duque, solteira, ambos do Retaxo, os quaes sei serem os próprios. E para atestar lavrei em duplicado este assento de baptismo que depois de ser lido e conferido perante os padrinhos que não assignarão por não saberem escrever. Era ut supra”
Izabel Antunes (GN6X-H6X)
Nascimento: 25/03/1874 (Maxiais, Castelo Branco)
Filho de: António Thomé e Maria Antunes
Batizado: 05/04/1874 (Benquerenças, Castelo Branco)
Padrinhos: Agostinho Jorge e Izabel Vaz
Morte: 19/03/1942 - 68anos
Profissão: Doméstica
- Assento de Batismo:
“Aos cinco dias do mez de Abril do anno de mil oito centos e setenta e quatro n’esta Egreja Parochial de Nossa Senhora das Preces de Benquerenças, concelho e diocese de Castello Branco baptizei solenemente um individuo do sexo feminino a quem dei o nome de Izabel que nasceu nesta freguesia pelas cinco horas da tarde do dia vinte e cinco do mez de Março do anno de mil oito centos e setenta e quatro filha legitima de António Thomé, operário e de Maria Antunes, naturaes, parochianos e recebidos n’esta freguesia, moradores no povo dos Machiais, nepta paterna de Sebastião Vilela e de Maria Thomé, materna de António Antunes e de Catherina Ferreira. Forão padrinhos Agostinho Jorge, operário, e sua mulher Izabel Vaz, moradores n’esta freguesia os quaes todos dou fé serem os próprios. E para constar lavrei em duplicado o presente assento que depois de ser lido e conferido perante os padrinhos assignei, não assignando elles por não saberem escrever.”